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Blog de uma miuda

Uma miúda adulta com coração de criança. Com amor à vida e a viver.

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Vacinar ou não vacinar?

     Bem, estou num curso de saúde e porque não falar de saúde?

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     Li ISTO e pensei:

 

Hoje em dia, tem vindo a ser cada vez mais frequente aparecer pais que se recusam a vacinar as crianças. Porque? Segundo o site Observador dizem que é uma "atitude marginal" dar vacinas só porque sim.

     Bem mas falemos em factos. Segundo o SNS (Sistema Nacional de Saúde) e a DGS ( Direção Geral da Saúde), o PNV (Plano Nacional de Vacinação) foi elaborado em 1965 e está desde então em constante estudo e renovação. Isto para que a população esteja preparada e evite determinados surtos e epidemias, e um facto é que desde essa altura doenças que eram comuns como o Sarampo, a papeira, a rubéola e a meningite, por exemplo, diminuíram e algumas até quase nem apareciam.

    Estas mesmas fontes ainda dizem que as vacinas fazem parte da medicina moderna e são uma proteção para o individuo, visto que o mesmo ganha uma certa resistência ou ate mesmo imunidade à doença bem como é uma mais valia para a saúde-pública.

 

As vacinas mudaram por completo o panorama das doenças infeciosas nos países desenvolvidos e permitiram salvar mais vidas e prevenir mais casos de doença do que qualquer tratamento médico.

As vacinas são produtos imunobiológicos constituídos por microrganismos, partes destes ou produtos derivados, que depois de inoculados no individuo saudável produzem uma resposta similar à da infeção natural induzindo imunidade sem risco para o vacinado.

Além da proteção individual, a maioria das vacinas tem ainda a capacidade de, a partir de determinadas taxas de cobertura vacinal, interromper a circulação dos microrganismos entre pessoas originando aquilo a que se chama “imunidade de grupo”. Este benefício para a sociedade é claramente uma mais-valia da vacinação em massa.

 

     Agora vamos supor que mesmo assim não queiram vacinar, a falta de vacinação põe aqueles que não cumprem o PNV vulneráveis, bem como até os indivíduos que estão vacinados. E como estudante deixe que vos transmita um conhecimento. Pegando no exemplo da varicela, quanto mais tardio o aparecimento dessa doença mais grave pode vir a ser. Mas este não é o meu único argumento.

     Olhemos para a realidade da nossa sociedade: os migrantes (eu sei que é um assunto polémico, mas estou a falar de factos). Pessoas vindas de outros países não têm o mesmo plano de vacinação, às vezes nem plano têm, logo nem vacinas têm. O que isto significa? Significa que trazem com eles um conjunto de doenças que podem pôr pessoas com as vacinas em dia em risco quanto mais os que não os têm. E isso para quem quer proteger os seus deve ser de extrema importância não é verdade?

 

     Eu sou a favor da vacinação e tu? Deixem os vossos comentários e opiniões, afinal ainda temos liberdade de expressão.

 

     Já agora deixo-vos a lista das vacinas que são mesmo obrigatórias. (Retiradas do site do e-konomista)

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VHB  Protege da Hepatite B, uma doença que ataca o fígado e pode até originar cancro. É administrada em 3 doses (à nascença, aos 2 meses de idade e depois aos 6 meses);

BCG – Protege contra a tuberculose, uma doença infectocontagiosa. É constituída por apenas 1 dose e administrada à nascença apenas às crianças que pertencem a grupos ou comunidades com risco de doença;

VIP – Previne a poliomielite, uma doença que afeta o sistema nervoso e pode mesmo originar paralisia permanente. Divide-se em 4 doses: aos 2 meses, aos 4 meses, aos 6 meses e depois entre os 5 e os 6 anos;

DTPa  Protege contra o tétano, a difteria e a tosse convulsa. Esta vacina divide-se em 5 doses: 2 meses, 4 meses, 6 meses, 18 meses e depois entre os 5 e os 6 anos;

Td – Protege contra a difteria e o tétano. Diferente da anterior por ter um conteúdo menor de difteria. É administrada aos 10, 25, 45 e 65 anos de idade. Após os 65 anos, a sua toma passa a ser feita de 10 em 10 anos;

HIB  Protege contra uma bactéria responsável por alguns tipos de meningite bacteriana e outras doenças pulmonares, a hoemophilus influenzae tipo B. Deve ser tomada aos 2, 6 e 18 meses;

PN13  Previne infeções respiratórias e é administrada aos 2, 4 e 12 meses;

VASPR  Previne a rubéola, o sarampo e a papeira. Divide-se em duas doses: uma aos 15 meses e outra entre os 5 e os 6 anos;

MenC  Protege contra uma bactéria que pode provocar meningite, o meningococo. Deve ser tomada aos 12 meses de idade;

HPV – Apenas para pacientes do sexo feminino, já que protege contra o cancro do colo do útero. Divide-se em 3 doses e todas devem ser administradas entre os 10 e os 13 anos (embora mulheres mais velhas também a possam tomar).

 

Beijos e até breve,

Uma miúda.

 

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